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09/08/2019

Firjan lança Anuário da Indústria de Petróleo do Rio de Janeiro 2019

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Além de dados sobre produção, reservas e distribuição de royalties, 4ª edição da publicação traz análises de empresas e entidades do mercado
Principais destaques do Anuário:

- Cresceu a distribuição de royalties e participação especial para o estado do Rio e municípios fluminenses em 2018. Tabela com o histórico de arrecadação.

- Cresceu a declaração de ativos de comercialização (reservas)

- Houve queda de investimentos com uso da cláusula de PD&I, devido a revisão da regulação sobre o tema ocorrida em 2018. Em 2019, deve voltar a crescer.

- Postos de trabalho no Rio de Janeiro caiu levemente, principalmente em Exploração e Produção (EP). De 79 mil em 2017, caiu para 78 mil no ano passado.

- Análise do economista-chefe da BP, Spencer Dale, com dados da U.S. Energy Information Administration – EIA e da BP Statiscal Review, no artigo 'O peal do Brasil no mercado internacional de petróleo e no cenário de transição de energia'. Em 2018, o Brasil foi o 10º maior produtor de petróleo, 2º em biocombustíveis e 7º em geração de energia renovável.

A produção de energia no Brasil: 46% de petróleo; 15% gás e carvão; e 39% não fóssil, hidrelétrica e renováveis. Até 2040, a participação de energias hidrelétricas, renováveis e nucleares deve ser de 50%

A capacidade instalada eólica aumentou 17%, atingindo 14 GW;

A capacidade solar aumentou mais de 100%, alcançando 2,3 GW.

- Análise ABESPetro destacou que, nos próximos 10 anos, em áreas já contratadas serão gerados mais de R$ 10 trilhões em investimentos em E&P, contribuindo com R$ 480 bilhões em royalties e participações especiais até 2054.

Só o estado do Rio, em 2019, receberá de R$ 14 a R$ 16 bilhões em royalties.

- Já a PetroRio ressaltou a redução de custos na produção de campos maduros, como o Campo de Polvo, que caiu de 86 dólares para 30 dólares.

- A Petrobras escreveu sobre o Programa de Reestruturação de Negócios de Refino e o escritório Trench Rossi Watanabe analisou a importância da aprovação do Repetro-Speed e a necessidade de revisão da legislação sobre o tema no estado do Rio de Janeiro.

- Por fim, a ONIP faz uma análise do futuro do mercado de petróleo no Brasil e no Rio de Janeiro.

Fonte: TN Petróleo / Assessoria FIRJAN