Notícias > Notícias ABESPetro

Atividade Aquecida

Mais notícias 19.Oct.2021

Diversificação de clientes e investimentos em campos maduros dão gás à manutenção de plataformas

 

A política de desinvestimento da Petrobras não afetou fortemente o segmento de manutenção de plataformas. A Petrobras passou adiante várias áreas e poços desde o governo Temer, o que faz com que hoje, além da demanda da estatal, haja uma quantidade significativa de obras de tamanhos variados. Sem contar as outras grandes petroleiras que já estavam desenvolvendo e produzindo, antes do desinvestimento da Petrobras.

Fontes do setor explicam que até mesmo o descomissionamento de plataformas de campos maduros descontinuados tem gerado serviços para as empresas de manutenção. Já as plataformas antigas dos campos maduros ainda em produção alienados para outras operadoras, devido ao tempo, demandarão muita manutenção. A Petrobras continua a principal demandante a despeito da redução do parque de plataformas nos últimos anos.

Adyr Tourinho, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro), diz que a redução das plataformas da Petrobras foi necessária pois eram de campos não economicamente viáveis com baixa produção e alto custo operacional.

“Algumas dessas plataformas tiveram os investimentos postergados pela Petrobras em função de seu plano estratégico de negócio. Surgem aí ótimas oportunidades de curto prazo para empresas de manutenção, pois as novas operadoras terão que fazer esses investimentos de imediato para garantir a continuidade das suas operações”, prevê Tourinho.

Ele informa que atualmente existem mais de 100 plataformas instala das no Brasil. Muitas estão chegando perto do fim de sua vida útil. 

A Petrobras, sabendo que estaria desinvestindo diversos campos, optou por fazer um plano de manutenção mínimo de modo que pudesse postergar possíveis maiores investimentos. Tourinho explica que todas as plataformas exigem plano de manutenção preventiva em diferentes níveis. As novas não fogem dessa regra. Elas incorporam inovações para maior eficiência energética, menos poluição e maior automação, diminuindo a emissão de CO2 e a necessidade de pessoal a bordo. (...)

Clique aqui para acessar a revista digital e continuar lendo a matéria na integra.


Fonte: Revista Portos & Navios (Edição de agosto) | Carmen Nery

©Copyright ABESPetro 2018. Todos os direitos reservados.